• Posts da categoria ‘resenhas’:

    • ..:: O caçador de pipas

    • sexta-feira, novembro 28th, 2008
    • Capa do livro o caçador de pipas“Histórias tristes rendem bons livros”, faço minhas as palavras do autor por achar que elas sintetizam com precisão a trama da estória. “O caçador de Pipas” é uma narrativa que traz um misto de emoção e realismo que conseguiu despertar em mim grande apreço pela leitura.

      O livro começa retratando a infância dos protagonistas: Amir e Hassan. Nessa fase o autor constrói a personalidade de seus personagens. Amir é uma criança reprimida que possui um relacionamento turbulento com o pai (seu maior ídolo), na sua mente o pai ainda o culpa pela morte de sua mãe, fato acontecido durante o parto. Amir era um garoto introspectivo que não tinhas muitos dons, porém possuía uma inegável paixão pela literatura, revelada em seu grande talento para escrita e seu ávido gosto pela leitura. Hassan por sua vez mostra-se como o oposto de Amir. É comunicativo, carismático, bom em tudo que faz, o retrato de Sahib (pai de Amir) quando era criança. Por isso caiu logo no gosto do dono da casa que o tratava com um filho.

      Amir e Hassan convivem muito juntos e começam a desenvolver uma forte relação; que por parte de Hassan se processa como uma substanciosa amizade, já por parte de Amir a coisa estava mais para senhor e subalterno. A “amizade” entre os dois começa a assumir outra forma após o campeonato de pipas (narrado com muita destreza pelo autor) de onde Amir sai como vitorioso, a melhor chance de alcançar o prestígio aos olhos do pai. Porém, nem tudo são flores…

    • ..:: Mais Platão, Menos Prozac

    • sábado, novembro 1st, 2008
    • Capa do livro Mais Platão, Menos Prozac“Ser filósofo não é meramente ter pensamentos sutis, nem mesmo fundar uma escola… É resolver alguns dos problemas da vida, não na teoria, mas na prática.” - Henry David Thoreau.

      Mais Platão, Menos Prozac inicia com um apanhado da filosofia prática e da filosofia acadêmica. Essa filosofia chata complexa que serve apenas para as discussões em universidades não é a tratada no livro. O autor retoma o conceito filosófico de antigamente, aquele em que a filosofia era voltada para os problemas cotidianos e que ajudava as pessoas a compreender sua existência e com isso harmonizar os diversos conflitos que surgiam na trivialidade. Há o questionamento de porque tal reflexão foi abandonada e, em resposta, o autor insurge com a teoria de que o abandono da reflexão causou este dilúvio de patologias psicológicas (ou não) que vem assolando a sociedade e, em consequência, aumentando vertiginosamente o consumo de drogas (leia-se remédios, prozac para os depressivos). Daí o nome do livro “Mais Platão” [mais reflexão, filosofia] “Menos Prozac” [Levaria a menos patologias, depressões, remédios...].

      Depois da defesa de sua teoria, o autor apresenta o seu método para administrar os problemas filosoficamente, o método PEACE, que é dividido em cinco passos:
      1.Identificar o PROBLEMA;
      2.Avaliar cuidadosamente as EMOÇÕES provocadas pelo problema;
      3.ANÁLISE, você lista e avalia as opções para resolver o problema;
      4.Você recuará um passo, ganhará uma certa perspectiva e COMTEMPLARÁ a situação por inteiro;
      5.EQUILÍBRIO.

    • ..:: Marley e Eu

    • sexta-feira, outubro 3rd, 2008
    • Marley e Eu: a Vida e o Amor ao Lado do Pior Cão do MundoEste livro veio para fazer com que eu levasse mais a serio o título dos livros, pois não há descrição mais fidedigna de Marley e Eu, que seu titulo: “Marley e Eu: a Vida e o Amor ao Lado do Pior Cão do Mundo”.Simples assim! O livro é um romance morno que conta o cotidiano da lida com um cão mentalmente instável (se é que posso chamá-lo assim…) de ações bastante excêntricas, mas não muito excepcionais.

      Como racionalista que sou, não haveria opção mais coerente que imaginar que para estampar na capa um pop-up que dizia ser o livro mais vendido no Brasil e no mundo, “Marley e Eu” deveria ter uma narrativa diferenciada. Imaginei, portanto, que quem narraria a história não seria alguém comum, e colocando minha ingênua mente pra funcionar conclui que o mais provável seria que quem narrasse o livro fosse nada mais nada menos que Marley (o cachorro). Engano meu: quem narra o livro é o próprio autor; John Grogan, dono de cachorro por vocação e jornalista por opção.

      Na verdade, acho que minha decepção ficou por conta da minha expectativa. Chegaram aos meus ouvidos relatos de “prantos inconformáveis” ao término do livro devido a grande emoção provocada. Não sei se foi emoção de menos (por parte do livro) ou frieza demais (de minha parte)…

    • ..:: Pai rico, Pai pobre (Rich dad, Poor Dad)

    • sexta-feira, setembro 5th, 2008
    • Capa do livro pai rico pai pobre - \"O que os ricos ensinam aos seus filhos sobre dinheiro\" de Robert T. KuyosakiPai rico, pai pobre explica o desenvolvimento financeiro sob uma ótica bastante singular:

      Quando era garoto Robert T. Kuyosaki (autor do livro), começou a se interessar por formas de ganhar dinheiro. Passou então a procurar alguém que lhe ensinasse a respeito, e então se deparou com duas vertentes de ensinamentos:

      1.Estude, tire boas notas para conseguir um bom emprego e ter segurança; conselho de PAI POBRE, seu próprio pai que era professor phD e trabalhava no governo do Havaí.

      2.Crie ativos enquanto jovem para que eles lhe proporcionem um aposentadoria precoce e farta; conselho de PAI RICO, que era empresário e também pai de Mike, seu melhor amigo que partilhara com ele do desejo de aprender sobre o dinheiro.

      A partir desse ponto, ao mesmo tempo em que estudava para satisfazer a PAI POBRE, passava a obter ensinamentos de PAI RICO os quais são descritos no livro.

    • ..:: O dia em que Getúlio matou Allende

    • sexta-feira, agosto 8th, 2008
    • Capa do livro O dia em Getúlio matou Allende

      O livro é divido em duas partes, particulamente a primeira me interessou bem mais como você perceberão a seguir até porque ela é bem maior que a segunda onde o autor faz dos capítulos pequenos trechos de suas lembranças.

      A primeira parte do livro foca no Golpes Militares, que em sua maioria ocorreram no Brasil.Cristaliza bem o a aversão que parte da classe política e miliatar tinham frente a ações que tentanssem pormover o beneficio da população taxando aqueles que quisessem implanta-las de comunistas e logo arquitetando um golpe para reinvidicar o poder.O autor conta também que Getúlio já tramaram seu suicidio bem antes da noite de 24 de agosto de 1954 (dia em que aconteceu o golpe), e que sua morte nesse caso seria seu ultimo golpe.Sairia por cima, como martir, seus inimigos jamais o pegariam (pelo menos não vivos), como ele mesmo disse: “Sairia da da vida para entrar na história”.

    • ..:: The Secret

    • sábado, julho 19th, 2008
    • capa do livro the secret

      A frequência que você emite para o universo será a mesma que receberá. Essa é a base do livro. Os conceitos de The Secret você encontra em diversos livros, e ao lê-lo me identifiquei muito. A premisssa de The Secret era algo que já utilizava em minha vida antes mesmo de ler o livro, mas a leitura valeu muito a pena e a recomendo. Em um único post não dá pra resumir 185 pág. do livro, ele ainda tem muita informação.

      Note que as pessoas de sucesso são bastante positivas ou determinadas, pois dessa forma mantêm suas metas em seus pensamentos e assim conseguem o que querem. Você pode a partir de agora ter tudo o que quiser. Coloque em sua mente suas metas. Imagine seu carro novo, preveja sua felicidade ao adquiri-lo e vá além; imagine-se andando nele e desfrutando de toda a comodidade de que ele irá lhe proporcionar. Mas se é tão fácil assim, porque todos nós não temos um vida dos sonhos? Será que as pessoas desejam para si uma vida ruim?

    • ..:: Assassinatos na Academia Brasileira de Letras

    • sexta-feira, julho 4th, 2008
    • Capa do livro Assassinatos na Academia Brasileira de Letras

      Como vocês já devem imaginar o livro narra uma série de crimes que se acometem sobre os “imortais” e ironicamente acaba lhes tirando a vida.No livro Jô Soares constrói toda sua trama permeada de verossimilhança confundindo totalmente o leitor que não sabe se seus olhos estão diante de uma estória ou de uma história.

      Encontra-se entre a narração da história manchetes do jornal “EL PAIZ” que ajudam a solidificar a imaginação do leitor e vez por outra um imortal acaba nos presenteando com um de seus poemas.Nas suas extravagâncias o texto apresenta-se em português como era exercido na época deixando transparecer a simplificação que a língua vem sofrendo com o passar do tempo.

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